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Por que o setor cultural tem o maior potencial econômico no Brasil?

Atualizado: 5 de ago.


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O Brasil é um país de rica diversidade cultural, com um patrimônio histórico e artístico invejável. Essa riqueza cultural se manifesta em diversas formas, desde as tradições populares e folclore até a música, o cinema, o teatro e as artes visuais. Além disso, o país possui uma população jovem e criativa, com grande potencial para empreender e inovar no setor cultural.


Nos últimos tempos, vemos uma crescente econômica muito forte nesse setor, que já superou o automobilístico, por exemplo. Mas por quê o setor cultural é o que mais tem potencial no Brasil? Por que cada vez mais empresas fazem investimentos no setor?


Primeiro, precisamos exaltar nossa diversidade cultural. A diversidade cultural do Brasil é um dos seus maiores trunfos. O país possui diferentes culturas e tradições, que se manifestam em diversas formas de expressão artística. Essa riqueza cultural é um grande atrativo para turistas nacionais e internacionais, e pode ser um importante motor de desenvolvimento econômico. Além disso, o Brasil possui um rico patrimônio histórico e artístico, com diversos monumentos, museus e sítios arqueológicos. Esse patrimônio é um importante ativo cultural do país.


Agora, passamos a população. O Brasil possui uma população muito diversificada, jovem e criativa, com grande potencial para empreender e inovar no setor cultural. Essa população está cada vez mais conectada à internet e às novas tecnologias, o que abre novas oportunidades para o desenvolvimento de negócios culturais.Novas formas de produzir, novas oportunidades.


Economicamente falando, a cultura vem crescendo no Brasil nos últimos anos. Em 2020, o setor movimentou R$230,14 bilhões, o que equivale a 3,11% do PIB do país. Esse crescimento é impulsionado pela demanda por produtos e serviços culturais, tanto por parte da população brasileira quanto por turistas estrangeiros. Mais do que gerar renda, a cultura é uma importante fonte de oportunidades profissionais. Em 2021, o setor cultural empregava 5,5 milhões de pessoas, o que representa 5,6% do total de ocupados no país. Vale destacar que, entre esses trabalhadores, a presença de profissionais com ensino superior é acima da média nacional, demonstrando o alto nível de qualificação da mão de obra. Hoje, em 2025, o setor emprega mais de 8 milhões de pessoas, o que representa 8% da população economicamente ativa do país.


O cenário também vem sendo marcado por um aumento expressivo no número de leis e editais destinados a fomentar o setor. Essa iniciativa, impulsionada principalmente pela Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.150/2021), tem gerado impactos distintos. Em 2023, a Lei Aldir Blanc destinou R$ 3,86 bilhões aos estados e municípios para ações emergenciais no setor cultural, impactados pela pandemia da COVID-19. Esse investimento demonstra o reconhecimento da importância da cultura para o desenvolvimento social e econômico do país. O aumento de leis e editais têm gerado resultados positivos, como o aumento da diversidade de projetos culturais, a descentralização da produção cultural e o incentivo à profissionalização do setor.


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) realizou um estudo que mostrou que cada R$1 investido pela Lei Paulo Gustavo gerou R$6,51 na economia do Rio de Janeiro.


Em 2023, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Sececrj) aplicou R$139 milhões dos recursos federais. Conforme o estudo da FGV, esse valor impulsionou R$852,2 milhões na economia do estado. O estudo explica que a atividade cultural movimenta outros setores da economia local. De acordo com a FGV, os investimentos feitos pelo estado do Rio através da Lei Paulo Gustavo resultaram na criação de 11.526 empregos, sendo 75,4% diretos e 24,6% indiretos.


Também foram executados 1.190 projetos culturais através de 19 editais no Rio de Janeiro no ano de 2023. O levantamento indicou que os recursos foram principalmente destinados à contratação de equipe, artistas e palestrantes, estrutura, locação de espaços, compra de equipamentos de informática e audiovisual, logística de transporte, alimentação, hospedagem, comunicação e marketing, além de custos administrativos e tributários.


Mas nem tudo são rosas. Apesar do crescimento, o setor ainda enfrenta desafios como a informalidade (43,2%) e a necessidade de ampliar investimentos em infraestrutura, educação e formação profissional. Aumentar os investimentos em cultura é crucial para impulsionar ainda mais o desenvolvimento do setor. O Grupo D.A. se coloca na linha de frente em busca desse objetivo. Agora com Cursos de Produção Cultural reconhecidos pelo MEC, o setor artístico e cultural caminha a passos largos do emprego fixo e formal, tornando a Cultura, de uma vez por todas, como uma das principais frentes econômicas do país, seja internamente ou internacionalmente.


Confira no link abaixo!


 
 
 

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